É sempre muito bom ver o John na mídia brasileira. Segue uma notícia que saiu na Gazeta do Povo (jornal do Paraná). Obrigada a Mariana que divulgou isso na comunidade do orkut!
Desde que estourou, em 2001, com seu primeiro álbum de estúdio, Room for Squares, John Mayer tornou-se o queridinho da crítica norte-americana e dos “descolados” frequentadores da rede de cafés Starbucks. Tornou-se cool ouvir sua música. Capaz de misturar elementos do rock, do blues e do folk em uma embalagem de irresistível apelo pop, o rapaz vem emplacando sucessivos hits radiofônicos, como “Daughters” e “Say”, vendendo milhões de cópias e abocanhando uma penca de troféus Grammy. E ele tem apenas 32 anos.
Em Battle Studies, seu quarto CD, o tema dominante é o amor em suas várias formas. A primeira audição proporciona uma certa sensação de “mais do mesmo”, porém, vale a pena insistir e “descamar” o disco. Ele é bem mais interessante do que aparenta. Mayer – capa da penúltima edição norte-americana da Rolling Stone– apresenta-se melhor cantor, compositor e guitarrista.
Formado pelo renomado Berklee College of Music, de Boston, o artista tem um grande mérito: suas canções, por mais simples que aparentem ser, costumam ter melodias bem trabalhadas, ainda que acessíveis, e valorizadas por arranjos feitos sob medida. É o caso do primeiro single do álbum, a minimalista “Who Says”. Sua letra, graciosa, profecia: “Quem diz que não posso me livrar/ de todas as coisas que eu costumava ser/ Reescrever minha história”. De certa maneira, é o que Mayer vem buscando fazer, álbum a álbum, mas sem deixar suas características básicas.
Battle Studies, no entanto, não conta apenas com criações de Mayer. O álbum inclui, ainda, “Crossroads”, releitura encorpada para o clássico de Robert Johnson, um dos maiores nomes do blues.
Fonte:Gazeta do Povo
A galeria foi atualizada com as fotos novas da galeria do site oficial e com os scans da revista Q magazine.
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